sábado, 30 de janeiro de 2010

“ SAVE THE CHILDREN” no Haiti!

Queridos ouvintes,

Aprender a ouvir e entender uma informação pode parecer tarefa simples, mas não é quando o tema é complexo.
Nesta semana passei por uma experiência reveladora, como profissional e como cidadã deste mundo conturbado. Mundo que se torna cada vez menor. O problema de uma nação se torna imediatamente o nosso problema.
Porque o planeta terra está irremediavelmente conectado geográfica, tecnológica e humanamente falando neste novo século que nos toca viver.
Falo isto porque, o drama do Haiti, país miserável de nosso continente, que foi arrasado por uma catástrofe da natureza, se transformou em um problema do mundo.
Os meios de Comunicação: rádio, televisão, internet, jornais e revistas, ampliaram para o mundo a dor daquela população de forma aterradora.
Ver, ler, escutar os relatos dos estrangeiros voluntários que estão lá para emprestar sua saúde, inteligência, força de trabalho especializada, para amenizar o sofrimento daquele povo, tem mostrado o poder da solidariedade humana internacional.
Ainda bem, porque por outro lado, temos o relato assustador de como a miséria, a fome, a necessidade de sobrevivência na tragédia haitiana, tem transformado aquelas pessoas em seres brutalizados, pelo medo e o terror que se instalou nas ruas de Porto Príncipe.
Vemos naquele cenário do Haiti, por um lado o melhor do ser humano: a solidariedade sem limites.
Por outro, a brutalidade do mais forte sobre o mais fraco.
A UNICEF- Fundo das Nações Unidas para as Crianças- dá conta que milhares de crianças e adolescentes sem família perambulam pelas ruas do Haiti com fome e sede. Muitas ainda em estado de choque.
Sem mãe, Sem pai, Sem família, Sem Estado para tomar conta delas.
A organização internacional: SAVE DE CHILDREN instalou 13 acampamentos para abrigar e tentar proteger estas crianças dos bandos de traficantes e criminosos que atacam, de dia e de noite, à população indefesa.
Estupros, seqüestros indiscriminados aterrorizam quem está lá para ajudar os indefesos.
Hum milhão de crianças órfãs ou sem companhia perambulam nesse ambiente, informa a Cruz Vermelha Internacional, que tenta achar pais e mães ou familiares para essas crianças.
Um terror, que aperta o nosso coração e sacode nossa consciência humana.
Falo isto meus amigos, porque o que no começo, ao ler as noticias que o nosso país mandaria milhões de dólares para o Haiti, enquanto nós por aqui, sofríamos com as enchentes, me provocou dúvidas, agora, ao analisar com cuidado as noticias e depoimentos do que acontece no Haiti, me envergonha: COM CERTEZA TEMOS QUE AJUDAR AQUELE POVO. Ele está no limite da incivilidade.
Recuperar a dignidade do povo Haitiano é recuperar a dignidade da humanidade.
Não tenho dúvida nenhuma.
1200 soldados brasileiros estavam no Haiti antes desta tragédia, agora foram enviados mais 900 e 400 estão sendo preparados.
Eu, desde aqui, como milhares de pessoas no mundo, agradecemos neles e em todos os demais voluntários internacionais, o sentido de solidariedade que recupera a nossa dignidade humana.
Sim, no Haiti arrasado, estamos descobrindo os dois lados do homem: O melhor e o pior.
E com certeza defender as Crianças do Haiti é defender o melhor!
Hoje é esta a minha opinião!

Boa Tarde!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Ano Novo... Amor Novo!

Queridos ouvintes,


Coisa boa poder começar um ano novo com inspiração para reinventar o nosso dia a dia. Aliás, já dizia um velho amigo: “o que levamos da vida é a vida que a gente leva”. Por isso cada dia significa encontrar a formula de ser feliz.
O que também é uma chave complicada: porque a felicidade não é igual para cada um e ainda o que nos dá felicidade hoje pode se tornar infelicidade amanhã..
Ora, meus amigos, parece que comecei o Ano Novo atrapalhada na minha filosofia e na minha vontade de tornar 2010 um ano intenso, feliz, pleno.
Mas de uma coisa eu tenho certeza: um caminho claro e transparente para a felicidade é amar em todas as suas possibilidades.
E olha que eu estou amando muito. Um novo amor. Tão intenso que assusta. Novo, inédito a tal ponto que amedronta um pouco.
Um amor tão apaixonado que me pega desprevenida a qualquer hora do dia pensando nele.
Fico imaginando como será o primeiro encontro. Como será o primeiro olhar. Como será o seu toque. Sua voz. Seu perfume.
Como esse novo amor vai me transformar com seu jeito de ser se já está me transformando antes de nascer.
Sim, meus amigos confesso isto porque em 2010 EU VOU SER VOVÓ. Esta chegando um bebê chamado Mateus. E está embalado no ventre da minha filha para ser amado intensamente.
E eu me pego pensando como a vida é cheia de surpresas e descobertas afetivas.
Eu que já passei dos 50 anos não imaginava descobrir que a possibilidade de amar não diminui com o tempo. Pelo contrário, o sentimento amoroso é uma fonte inesgotável.
Porque o amor não segue nem as regras da matemática: quando mais o dividimos e entregamos mais temos de volta em uma multiplicação geométrica, ou melhor, infinita.
O amor não escolhe classe social. Não escolhe hora. Nem idade. É absoluto no seu poder sobre nós.
Um poder que aceitamos com puro prazer.
Eu que nunca gostei de perder a liberdade para nada ou ninguém, agora estou adorando estar prisioneira desse sentimento amoroso por um novo ser que está para nascer.
Sim meus amigos, a vida é bela quando amamos.
Por isso meus amigos, eu desejo a cada um de vocês que o Ano Novo seja revolucionariamente amoroso.
Que possamos descobrir as infinitas formas de ser feliz em 2010.
Que se tenha muita saúde! Essencial para experimentar esse sentimento valioso e poderoso.
Aliás, o mais valioso da vida.


Feliz Ano Novo!
Hoje é está a minha Opinião.